DA TV CÂMARA
Especialistas e representantes de movimentos sociais participaram do debate “Respeito na Escola”, realizado na Câmara Municipal nesta quarta-feira, em uma iniciativa da vereadora Juliana Cardoso (PT).As questões de gênero, diversidade e sexualidade estão em debate no Plano Municipal de Educação, projeto que norteia as ações na área de educação para os próximos 10 anos.Confira matéria da TV Câmara:

 

Respeito se Aprende na Escola — todos à Câmara Municipal no dia 11 de agosto! Em defesa de uma educação libertadora. Contra o preconceito!

Vídeo-reportagem: Ennio Brauns e Leo Moreira Sá, com edição de imagens deAlex Demian, especial para os Jornalistas Livres

Quem fala no vídeo, em defesa da inclusão do necessário respeito à diversidade humana de gênero no Plano Municipal de Educação de São Paulo:

Juliana Cardoso — vereadora PT-SP

Vera Soares — professora e feminista

Raquel moreno — psicóloga e pesquisadora feminista

Amelinha Telles — militante pelos direitos humanos e feminista

 

Por um futuro sem preconceito, gênero na escola

A noite de 05 agosto entra para a história da cidade como o momento em que a sociedade se mobiliza para garantir que o PME não retroceda em relação aos avanços construídos durante décadas. A Câmara Municipal de São Paulo, em um momento de total descompasso com suas atribuições, retirou do Plano todas as referências a gênero e raça/etnia com argumentos que, além de tudo, fere a laicidade que deve orientar as políticas públicas.
O Ato, organizado por mais de 30 entidades da sociedade civil e parceria com nosso mandato, mobilizou algo em torno de 700 pessoas. A concentração na porta da Câmara contou com participação de representantes de diversas organizações e entidades, que usaram o microfone para expressar a responsabilidade de São Paulo – maior cidade do país – neste processo. A Fuzarca Feminista e o Levante Popular cantaram e entoaram palavras de ordem que expressavam a necessidade de construirmos uma sociedade que não contribua e/ou legitime a violência contra a mulher, contra imigrantes, LGBTs e a necessidade de respeito a todas as raças/etnias e religiões.
O início oficial aconteceu no Salão Nobre completamente lotado, onde foram ouvidos parlamentares, representantes de entidades, e 3 secretários municipais. Este momento foi uma lição sobre cidadania e direitos humanos, pudemos nos emocionar com histórias de abandono e violência e também nos fortalecer com relatos de ações que reconhecem e fortalecem direitos.
Nossa noite terminou com a leitura do manifesto elaborado e aprovado pelas entidades que organizaram o Ato e o compromisso de nos articularmos para a primeira votação no plenário da Câmara Municipal na próxima terça-feira, dia 11 de agosto. Nossa luta continua e esperamos por você neste dia. Para saber mais sobre como participar, entre em contato 3396 4315.

(Gabinete Vereadora Juliana Cardoso)

 

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